Usar azeite de oliva para fritar pode ser pior que os óleos comuns, revela estudo

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Usar azeite de oliva para fritar pode ser pior que os óleos comuns

Quando adotamos o azeite de oliva para cozinhar, pensamos imediatamente no estilo de vida saudável do Mediterrâneo, mas consumimos azeites dos principais produtores mundiais, que são Itália, Espanha, Marrocos, Tunísia, França, Grécia e Califórnia.

O azeite de oliva que conhecemos é extraído prensado de azeitonas inteiras. A azeitona é uma fruta que contém muita vitamina, E, K, ômegas 3 e 6 e ácidos graxos monoinsaturados que protegem contra doenças cardiovasculares.

Segundo especialistas e nutricionistas, a gordura insaturada faz bem à nossa saúde e pode ser encontrada principalmente nos óleos vegetais e em animais na forma de ácidos graxos como ômega 3 e ômega 6.

Já a gordura saturada costuma ser apontada como prejudicial à saúde e deve ser consumida com moderação.

Porém, é importante você identificar a origem dos óleos vegetais. Quanto menos processos industrializados e adição de conservantes eles sofrem, melhor é a qualidade da gordura benéfica presente neles.

Um conceito importante é não classificar outros alimentos como ruins por conter gordura saturada. Alimentos como carnes, leite integral e ovos contém gorduras saturadas, mas são extremamente benéficos para a saúde e fazem parte de uma dieta equilibrada.

Na atualidade o azeite sempre é aclamado como um alimento saudável, porém definitivamente não é o óleo ideal para cozinhar e fritar alimentos em altas temperaturas.

Convenhamos também que fritura não é o modo ideal para se preparar costumeiramente os alimentos em uma dieta equilibrada, mas comer algum alimento frito de vez em quando não fará mal a sua saúde.

Como opção, para fritar e cozinhar por longos períodos em altas temperaturas, o óleo ideal a ser utilizado é o Óleo de Coco Extravirgem.

Isso se deve ao fato de que mais de 90% da composição do óleo de coco é feita por ácidos graxos saturados, o que o torna muito resistente ao calor.

Foram feitos estudos que indicam que mesmo após oito horas de aquecimento contínuo, superior a 180 graus, a sua qualidade não se deteriora.

Cozinhando com azeite de forma correta

Você vai aprender aqui, que o problema ao fritar, é submeter o azeite a altas temperaturas, o que pode ser prejudicial para a saúde e os azeites devem ser utilizados preferencialmente apenas para saladas e pratos frios.

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Ao atingir o ponto de fumaça a gordura antes benéfica do azeite começa a sofrer o processo de saturação se decompondo em compostos nocivos.

Quando o Azeite de Oliva é levado ao fogo em fortes temperaturas, suas moléculas de gordura podem ser queimadas liberando aldeídos e outros compostos tóxicos, além de alterar o sabor dos alimentos dando-lhes um sabor ácido mais acentuado.

O sabor que você deseja dar a um prato também é fortemente influenciado pelo azeite usado. Alguns azeites trazem aromas de ervas ao seu potencial máximo e se harmonizam com os ingredientes dos seus pratos, outros com um sabor mais suave, fazem um complemento fino aos ingredientes.

Azeite virgen e extra virgen — é melhor não aquecer tanto

Considerado o tipo de azeite mais saudável, é capaz de combater o famoso colesterol ruim, afastar o risco de doenças cardíacas e o diabetes, e previne a formação de gordura abdominal.

Quanto mais ácidos graxos insaturados e substâncias associadas, como vitaminas, aromas e corantes naturais um azeite contém, mais saudável, mas infelizmente também mais sensível ao calor ele é.

Ao cozinhar e assar, bem como fritar até 180 graus célsius, o que é suficiente para a maioria dos pratos, o azeite virgem não mostra alterações químicas significativas.

Os azeites extra virgens e azeites virgens, ou prensados a frio podem, portanto, ser aquecidos até esta temperatura.

A uma temperatura acima de 180 graus célsius, compostos tóxicos poderão ser formados a partir dos ingredientes valiosos do azeite.

Além disso, os óleos prensados ​​a frio atingem altas temperaturas mais rapidamente e começam a esfumaçar a sua cozinha. Como mencionamos, esse é o ponto em que passam a ser prejudiciais à saúde.

Essa regra de ser consumido em menores temperaturas se aplica ao azeite de oliva e também a todos os óleos prensados ​​a frio. Portanto, esses produtos devem ser usados ​​principalmente para pratos frios ou em temperatura ambiente como saladas ou para fritar e assar em baixas temperaturas.

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O azeite prensado a frio pode ser reconhecido pelo termo “azeite virgem” ou “extravirgem”.

Os próprios produtores de azeite desaconselham o aquecimento de azeites virgens ou extra virgens acima de 140 °C.

As substâncias que acompanham a gordura natural, como a clorofila de ervas pode sofrer reações, ou até os fios finos de frutas já seriam danificados e eles alegam que mesmo a essa temperatura, já podem surgir substâncias no azeite que seriam prejudiciais à saúde.

Além disso, a valiosa vitamina E é amplamente destruída quando aquecida.

O azeite extra virgem deve ser consumido principalmente em alimentos que não vão ao fogo, como saladas e sopas já prontas, pães, queijos, salames, tábuas de frios e outros petiscos.

Vídeo complementar;

Azeite refinado

O Azeite refinado tem menor qualidade, pois os processos de refinamento retiram cor, sabor, aroma e vitaminas.

A classe de qualidade “azeite refinado” é mais estável ao calor. Esse também é o azeite mais barato para se consumir.

Apenas tome cuidado para que ele não seja misturado a outros óleos vegetais, como o óleo de soja ou girassol, pois isso também o tornaria ruim para cozinhar alimentos em altas temperaturas.

Este óleo também pode ser armazenado após a fritura e usado uma segunda vez, desde que o azeite não tenha cheiro de alimentos como peixe ou batata frita.

Lembre-se que alimentos fritos devem ser consumidos com muita moderação. Consumir costumeiramente alimentos fritos está relacionado a obesidade, resistência à insulina, aumento da pressão arterial, de gordura localizada (como a abdominal) e doenças como câncer.

O melhor mesmo é não fritar. Se for fritar, faça com óleo de coco, que, como mencionamos, é o mais recomendado para aquecimento em altas temperaturas.

Como saber qual azeite estou adquirindo?

Procure pela informação sobre o índice de acidez do produto na embalagem. Azeites extra virgens possuem índice de acidez de até 0,8% e os virgens de 0,8 a 2%.

O Azeite é comercializado em uma gama de variedades diferentes, resultando dos diferentes métodos de colheitas e prensagem, bem como dos tipos de azeitonas.

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O azeite bem clarinho é produzido de azeitonas verdes. Se tiver cor amarela ou dourada e um sabor fino e doce, foi produzido a partir de azeitonas maduras.

E, se tiver um sabor picante e tonalidade esverdeada, foi produzido com a prensagem de azeitonas quase maduras.

Além de ser saudável, por ser rico em vitaminas e gorduras boas, o azeite é saboroso. Quando complementamos os pratos com azeite, damos ao alimento sabor e o enriquecemos seu preparo com vitamina, K, E, A e ômegas 6 e 9 e, em menores quantidades, o ômega 3.

Para uma refeição saudável, considere utilizar o óleo de coco para grelhar a carne da sua refeição. Deixe o azeite de oliva para ser degustado em uma salada, torradas ou uma tábua de frios.

Se utilizado corretamente na temperatura correta, o azeite transfere compostos exclusivos e benéficos para os alimentos, principalmente aqueles de origem vegetal e natural, como a batata.

O azeite só perderá suas propriedades se for aquecido por longos períodos em temperaturas superiores a 180 graus célsius. Esquentá-lo em temperaturas menores não traz nenhum risco a saúde.

Por fim, aproveite o azeite de oliva com moderação se você está em uma dieta restritiva com objetivo de perder peso.

É recomendado consumir uma quantidade de até 30 gramas de azeite por dia, o equivalente a duas colheres de sopas cheias, no máximo.

Por ter gorduras naturais, o azeite também é bastante calórico: cada colher de sopa tem cerca de 70 calorias.

E você pode ficar chocado com esta informação: gordura não engorda, pelo contrário, ela é energia e ajuda o corpo nos seus processos metabólicos, ou seja, ajuda a queimar até mesmo a infame gordura acumulada sob a nossa pele.

Qual o melhor óleo para cozinhar? Vídeo com Dr. Lair Ribeiro;

Esta última, é causada pelo consumo excessivo de açúcar e carboidratos em nossa alimentação. Mas esse é um assunto para tratarmos noutro artigo. 😊

A gordura saudável só nos faz bem!

Entre aqui e veja outras matérias do site sinais de luta.

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