Quando os cadáveres chegam à necropsia é isto que acontece

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Quando os cadáveres chegam à necropsia é isto que acontece

Dizem que os mortos falam. Será que é verdade? 

Minha mãe, mora num primeiro andar de um prédio onde fica uma funerária por baixo. Ela tem um dia macabro, todas às vezes em que acorda e tem o carro da funerária, com um caixão dentro, parado em frente da sua janela.

Ela começa a imaginar tudo sobre a vida daquela pessoa: qual foi a causa da morte, como viveu, de quem é filho, etc; chegando ao ponto de ter vontade de ir até lá e abrir o caixão para ver quem é a pessoa, ou para ver como está a expressão do rosto da mesma.

Por falar em expressão e em morte, fico pensando em como será o trabalho de um médico legista, que é confrontado todos os dias com inúmeras expressões de morte.

Normalmente, quando um cadáver chega para fazer necropsia, traz as suas roupas vestidas, e os médicos têm de tirá-las para iniciar o trabalho; muitas destas pessoas chegam com a expressão que tiveram no seu último momento: raiva, medo, tristeza, muitos até, com lágrimas nos olhos.

Há um caso de um professor que foi sequestrado, assassinado e enterrado por algumas semanas em um lugar afastado.

Quando o corpo chegou para fazer a necropsia, ele estava em posição fetal e seu rosto tinha uma expressão de profunda tristeza.

O corpo dele estava tão rígido que era quase impossível tirar as suas roupas. Foi então que um dos médicos legistas se prontificou para tentar fazer — de uma maneira totalmente inusitada — com que o cadáver “deixasse” que a roupa fosse retirada.

Ao passo que tentava despir o cadáver, o médico ia conversando com o mesmo:

“Você está seguro agora”;

“você já foi encontrado”;

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“já não precisa ter medo”;

“tudo o que queremos é te enterrar para que você descanse em paz”;

“a sua família não parou um único dia de te procurar”;

“por isso, me ajuda, deixe-me fazer o meu trabalho, para que você possa ir”.

Todos na sala ficaram arrepiados, quando viram que o cadáver que havia sido enterrado por várias semanas, começou a se soltar e “deixar” que lhe tirassem a roupa.

Por mais incrível que pareça, depois disso, a expressão do rosto dele mudou, ficou com uma aparência mais calma e serena.

A mensagem que deixamos é que, todos nós devemos e merecemos ser tratados com respeito, até mesmo após a morte.

Não podemos esquecer que a pessoa que está diante de nós, viva ou morta, é também um pai, uma filha, um marido, ou mãe e merece ser tratada com todo o respeito e honestidade.

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